UMA DICA MARAVILHOSA DE LEITURA!
Este blog foi criado na intenção de publicarmos boas práticas na gestão em sala de aula, bem como mostrar que a matemática é uma disciplina encantadora.
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quinta-feira, 29 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
EDUCAR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
A educação voltada para o desenvolvimento sustentável permite que nós professores desenvolva ações juntamente com nossos alunos na construção do conhecimento voltado para a preservação do meio ambiente.
Estamos vivendo profundas mudanças em nosso meio devido à má utilização dos recursos naturais, bem como a destruição de nosso sistema ambiental.
Em decorrência desse fato, nós professores devemos conscientizar nossos alunos para que o desenvolvimento sustentável seja capaz de suprir as necessidades das futuras gerações. Sendo que atualmente o desenvolvimento tem trazido desastrosas consequências para a nossa sociedade e para a natureza. Por um lado à natureza e por outro lado a sociedade criam dois extremos: um de ricos e outro de pobres.
Enquanto os mais ricos aumentam o seu rendimento, os mais pobres diminuíram. Isto indica que o tipo de desenvolvimento que estamos produzindo tende a se inviabilizar porque é injusto. Ao gerar concentração de renda, cada vez maior, ampliarão de tal sorte as diferenças sociais entre uma minoria cada vez menor, que tem cada vez mais, e uma imensa maioria, cada vez maior, que tem cada vez menos, cujo resultado não será outro senão uma gigantesca explosão social, a que já estamos assistindo nos dias de hoje.
Com a educação sustentável podemos criar hábitos, atitudes e competências para envolver o educando no processo de construção social, valorizando assim as relações e o compromisso com o humano nas suas diferentes dimensões e com a natureza.
Cito uma frase do autor Boff (1999), na qual diz: “Um novo modelo de desenvolvimento viável visaria produzir o suficiente para todos, preservando o capital natural da terra para nós e para as futuras gerações. A isto chamamos sustentabilidade”.
Luciano dos Santos
domingo, 14 de julho de 2013
MÚSICA EM AULAS DE MATEMÁTICA FAZ ESTUDANTES MELHORAREM DESEMPENHO EM SALA DE AULA
A ideia partiu da professora Cibele Ferreira, de Olímpia, que leciona Matemática há 23 anos
Os números e as regras de matemática não assustam mais os alunos da E.E. Dalva Vieira Itavo, da cidade de Olímpia. Com copos nas mãos e a letra da música na ponta da língua, os estudantes do 8º ano utilizaram o “Cup Song”, técnica que alia palmas e batuques de copos plásticos, para criar uma versão que inclui conceitos matemáticos na letra.
A ideia de inovar na hora de repassar o conhecimento veio de Cibele Cristina Carrara Ferreira, professora de Matemática da escola. Depois de assistir a um vídeo de um grupo musical que usava o ritmo nas suas apresentações, a educadora propôs o desafio para os alunos, que aceitaram a sugestão e apresentaram o resultado para a comunidade escolar no programa Escola da Família.
“A atividade ajudou a desenvolver o raciocínio lógico, a coordenação motora e o equilíbrio. Consegui atingir alunos que não tinham interesse na matéria e que não faziam todas as atividades”, conta Cibele, professora que leciona Matemática há 23 anos.
Da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
A MATEMÁTICA NOSSA DE TODO DIA
Ao contrário do que pode parecer, a matemática não está
somente nas salas de aula, nos exercícios e atividades propostos pelos
professores. A matemática está em todo lugar, basta observar. Tudo o que
fazemos no dia a dia envolve números, cálculos e contas.
Numa cidade como São Paulo, por exemplo, a ciência pode
estar numa obra, na qual é imprescindível para estabelecer a quantidade de
materiais a utilizar e a altura de cada parede erguida. Sem a matemática,
jamais seria possível determinar com exatidão cada ângulo, cada etapa da obra,
cada pedaço dela.
Para além da engenharia, não faltam exemplos de
profissionais que lidam com a matemática em seus trabalhos, muitas vezes sem
perceber.
A matemática também pode estar presente em momentos de
lazer, como quando calculamos o saldo de gols de um campeonato de futebol e,
com base nesses números, estabelecemos quais são as chances de nosso time
chegar às finais. Ou seja, fazer contas é importante para todos nós, o tempo
todo.
Para saber mais sobre como a matemática está presente em
nossas vidas, assista ao vídeo Fazendo Contas.
Fernanda Gehrke
Dicas de reportagem, assistam!
http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-educacao/v/conheca-exemplos-de-matematica-aplicada-ao-dia-a-dia/2498452/
quarta-feira, 3 de julho de 2013
CONSTRUINDO NARRATIVAS
Aula De Matemática
Tom Jobim
Pra que dividir sem raciocinar
Na vida é sempre bom multiplicar E por A mais B
Eu quero demonstrar
Que gosto imensamente de você
Por uma fração infinitesimal,
Você criou um caso de cálculo integral
E para resolver este problema
Eu tenho um teorema banal
Quando dois meios se encontram desaparece a fração
E se achamos a unidade
Está resolvida a questão
Prá finalizar, vamos recordar
Que menos por menos dá mais amor
Se vão as paralelas Ao infinito se encontrar
Por que demoram tanto os corações a se integrar?
Se infinitamente, incomensuravelmente,
Eu estou perdidamente apaixonado por você.
Composição: Antonio Carlos Jobim / Marino Pinto
Tom Jobim
Pra que dividir sem raciocinar
Na vida é sempre bom multiplicar E por A mais B
Eu quero demonstrar
Que gosto imensamente de você
Por uma fração infinitesimal,
Você criou um caso de cálculo integral
E para resolver este problema
Eu tenho um teorema banal
Quando dois meios se encontram desaparece a fração
E se achamos a unidade
Está resolvida a questão
Prá finalizar, vamos recordar
Que menos por menos dá mais amor
Se vão as paralelas Ao infinito se encontrar
Por que demoram tanto os corações a se integrar?
Se infinitamente, incomensuravelmente,
Eu estou perdidamente apaixonado por você.
Composição: Antonio Carlos Jobim / Marino Pinto
sexta-feira, 28 de junho de 2013
MODELAGEM MATEMÁTICA
Modelagem Matemática sob um olhar de Educação Matemática e
suas implicações para a construção do conhecimento matemático em sala de aula
Dionísio Burak
Resumo
Este ensaio traz algumas contribuições para o campo da
Modelagem Matemática, relativamente ao ensino e aprendizagem da Matemática e,
para a construção do conhecimento matemático, quando vistos sob a ótica de ao
menos duas visões de Educação Matemática. Traz à consideração, elementos da
Educação Matemática a partir do Modelo do Tetraedro de Higginson, sob a visão
de duas vertentes da Filosofia da Ciência: o Racionalismo Crítico de Popper e a
Teoria Crítica de Adorno. Apresenta elementos sobre a natureza, os métodos de
pesquisa e, as implicações ao conceber uma ou outra corrente. Apresenta de
forma explícita a assunção de uma visão de Educação Matemática em uma
perspectiva das Ciências Humanas e Sociais, que justifica e fundamenta uma
forma de conceber a Modelagem Matemática, como uma Metodologia de Ensino.
Apresenta, ainda alguns elementos, que entende contribuir para uma prática
educativa - mediada pela Modelagem, que considera preparar de forma mais ampla
o estudante para fazer frente aos desafios de viver no século XXI.
Palavras-chave
Educação Matemática, Modelagem Matemática, Ensino e Aprendizagem, Prática Educativa
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