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segunda-feira, 17 de junho de 2013

EDVALDO SOUSA BUENO

Olá caros amigos Professores que como eu enfrentam a árdua missão da conquista. Digo isso pois sei que não é fácil, principalmente para nós que lidamos com a matéria mais temida de todas: a (Matemática). Costumo brincar com meus alunos que até quem criou o nome da matéria era preconceituoso, poderia ter colocado algo como Boatemática, Belatemática, Lindatemática, mas o que temos a oferecer para os nossos alunos é a Matemática.

Estamos remando contra a maré, pois vivemos num tempo onde as pessoas pagam para não pensar e o produto que "vendemos" é justamente aquele capaz de desenvolver um pensamento e criar problemas e resoluções dentro dele para depois trazê-lo para vida real. Loucura para muitos! Mas quem não é capaz de organizar seus pensamentos, jamais sera capaz de organizar sua vida, seu trabalho, seu tempo.

Coragem amigos! Lembrem-se que o bom vendedor é aquele que vende pra quem não quer comprar. Vamos utilizar de todos os meios que pudermos para esse fim. 


 Abraços!  Professor Edvaldo

domingo, 16 de junho de 2013

PLANO DE AULA


Conteúdo relativo às habilidades:
H21-Reconhecer a semelhança entre figuras planas, a partir da congruência das medidas angulares e da proporcionalidade entre as medidas lineares correspondentes.
H24- Identificar propriedades de triângulos pela comparação de medidas de lados e ângulos.

Conteúdo(s) envolvido(s): Semelhança de triângulos

Bloco(s) Temático(s): Espaço e Forma

Ano/Série: 8ª série/9º ano

Tempo estimado: 4 aulas

Justificativa
Esse plano tem como justificativa argumentar o processo ensino aprendizagem na gestão em sala de aula, com o propósito de sanar dificuldades apresentadas pelos alunos na retomada de conteúdos, bem como nas ações traçadas para alcançarmos os objetivos contextualizados de forma dinâmica.

Tema(s) a serem abordado(s):
1) Formas geométricas;
2) Ângulos; 3) Semelhança de figuras planas:
4) Semelhança de triângulos.

Objetivo Geral:
Compreender a semelhança de triângulos em diversos contextos.

Objetivos Específicos: O aluno deverá:
1) Reconhecer as características de um triângulo quanto as medidas dos lados e dos ângulos;
2.1) Compreender a ideia de medida de ângulos;
2.2) Calcular a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo;
2.3) Compreender as propriedades relacionadas aos ângulos opostos pelo vértice, ângulos alternos internos e externos e correspondentes;
3) Saber reconhecer a semelhança entre figuras planas a partir da igualdade das medidas dos ângulos e da proporcionalidade entre as medidas lineares correspondentes;
4) Saber identificar triângulos semelhantes e resolver situações-problema envolvendo semelhança de triângulos.

Procedimentos metodológicos:

1ª aula
Será iniciada com as narrativas sobre a história da semelhanças de triângulos. Logo após, cada aluno criará um texto expondo suas ideias diante do tema abordado. Em seguida individualmente irão ler o texto produzido para toda sala.

2ª aula
O professor fará uma reflexão acerca dos textos criados pelos alunos e juntamente com os mesmos montarão um painel sobre a história da semelhança de triângulos. O painel será montado num espaço que fica no final da sala.

3ª aula
Logo após serem trabalhadas as competências escritora e leitora, o professor dará início ao conteúdo propriamente dito. Dentre os conteúdos o professor fará uma mostra de alguns vídeos expostos na internet sobre o assunto abordado.

4ª aula
O professor retomará novamente alguns conceitos e assim iniciará as aplicações com exercícios para fixação. Logo após a resolução dos exercícios, o professor fará um mapeamento prévio do conhecimento adquiridos pelos alunos para dar assim início as recuperações.

Dentre os procedimentos metodológicos desenvolvidos espera-se que o aluno consiga:
- Construir o conhecimento através de aula expositiva, com atividades individuais e em grupos;
- Trabalhar com materiais concretos, com o uso da malha quadriculada para ampliação e redução de figuras;
- Utilizem softwares como o Geogebra para fixação de conteúdos;
- Usem vídeos para assimilação do conteúdo como:
 - Construam textos explicando o que entendeu.

Recursos materiais e tecnológicos:

Lousa, giz, EVA, cartolina, papel quadriculado, vídeos, régua, tesoura, transferidor e software Geogebra.

Avaliação:

 A avaliação dos alunos será baseada nos seguintes aspectos:

 • Interesse demonstrado durante a aula;
 • Interpretação das narrativas referentes ao tema abordado;
 • Participação na exposição do tema;
 • Colaboração com o professor e com os colegas na resolução dos exercícios/problemas propostos;
 • Aplicação de conhecimentos matemáticos adquiridos anteriormente;
 • Uso de terminologia e simbologia adequada;
 • Comportamento na sala de aula.

Recuperação:

A recuperação será contínua e paralela conforme o desempenho de cada aluno. Poderá também ser flexível de modo que novas práticas pedagógicas sejam desenvolvidas.

terça-feira, 11 de junho de 2013

OFICINA MGME



Curso Melhor Gestão, Melhor Ensino
Diretoria de Bragança Paulista - SP

Cursista: Luciano dos Santos

1º Encontro dia 21/05/2013

Nesse encontro fizemos uma classificação das questões apresentadas no manual do cursista.
O meu grupo é composto pelos cursistas: João, Idinéia, Teresa, Thaís e Patrícia.




O tutor presencial o Professor Valmir da D.E. de Bragança Paulista sorteou entre os grupos uma questão, a nossa foi a de número 26.
Questão: Nas figuras a seguir estão representados os triângulos ABC e DBE, na medida em que os lados AC e DE são paralelos, responda:

A)   Qual é a medida do ângulo DEB? (ângulo DBE=40o e EAC=60o):


                                            

B)   Qual é a medida do ângulo ABC e do ângulo FDE? (ângulo BED=60o e ACB=40o):




Já com a questão em mãos, realizamos a classificação de acordo com alguns itens:

Conteúdo(s) envolvido(s): Semelhança de triângulos

Bloco(s) Temático(s): Espaço e Forma

Ano/Série: 9º

Habilidade(s):

H21-Reconhecer a semelhança entre figuras planas, a partir da congruência das medidas angulares e da proporcionalidade entre as medidas lineares correspondentes.
H24- Identificar propriedades de triângulos pela comparação de medidas de lados e ângulos.
Grupo de competências: GII
Ao término, cada grupo socializou a sua classificação apresentando argumentos.

2º Encontro dia 24/05/2013

Nesse dia retomamos o assunto anterior sobre a classificação da questão nº 26 e logo após iniciamos a elaboração de uma mapa de percurso do conteúdo trabalhado na 1ª oficina.
Ao término fizemos uma socialização através do mapa escrito na cartolina para os demais grupos.




3º Encontro dia 29/05/2013

Dentre os materiais trabalhados durante as oficinas do dia 21/05 e 24/05, nosso grupo elaborou um plano de aula contemplando as habilidades e grupo de competências.

Após o término fizemos a socialização do plano aos demais grupos.

sábado, 8 de junho de 2013

COMO CRIAR UM MAPA CONCEITUAL

Olá pessoal!
Deixo pra vocês uma dica legal. Aproveitem!

CmapTools é uma ferramenta para elaborar esquemas conceituais e representá-los graficamente, ou seja, é um programa que lhe auxilia a desenhar mapas conceituais.

A teoria dos mapas conceituais foi desenvolvida na década de 70 pelo pesquisador Joseph Novak, com base na teoria da aprendizagem significativa. O pesquisador define mapa conceitual como uma ferramenta para organizar e representar o conhecimento. Os conceitos parecem dentro de caixas e as relações entre eles são especificadas por meio de frases de ligação, que unem cada um dos conceitos.

CmapTools apresenta acesso, via internet, a uma coleção de trabalhos que podem ser utilizados como referência para você começar a elaborar seus projetos. Todos os trabalhos desenvolvidos podem ser convertidos em formatos para apresentação na web. Desta forma, fica mais fácil a publicação e difusão do seu projeto em um ambiente virtual.

Ferramentas oferecidas por CmapTools

Em Cmap List Views (Visualização da Lista do Cmap), você encontra as opções para começar a desenhar seus mapas conceituais. Na aba Concepts (Conceitos), há um campo para digitar o nome do conceito. Após digitá-lo, para que ele apareça no seu projeto, basta pressionar Enter. Linking Phrases (Frases para link) é o local em que você fará as relações entre seus conceitos.

A aba Proposions (Proposições) é responsável por elaborar uma seqüência de conceitos. Ou seja, você digita no primeiro campo um conceito, no segundo campo a frase para conexão e no terceiro campo o conceito que deve se relacionar com o primeiro. Já a aba Cmap Outline (Contornos do Cmap) lhe mostra seus conceitos em forma de árvore, sendo possível visualizar as hierarquias entre as relações conceituais.

Em Styles (Estilo), você personaliza a fonte do seu projeto, cores, forma de caixas de conceitos, estilos de conectores, entre outros. Você pode inserir anotações, como uma forma de comentário a algum conceito. O programa ainda oferece um dicionário, em língua inglesa, para você pesquisar um termo que você não saiba o significado, ou simplesmente para localizar um sinônimo para ele.

Complexo, porém extremamente poderoso

CmapTools é um programa completo e muito útil. Vale a pena investir tempo para aprender a utilizá-lo. Caso tenha dificuldades e tenha domínio da língua inglesa, o site oficial disponibiliza uma página de ajuda. Clique aqui para acessá-la.

Você pode utilizar CmapTools em diversas situações e para diferentes finalidades, como instrumento de análise de um currículo, para os professores como técnicas didáticas e recursos de aprendizagem, como meio de avaliação, entre outras.
OBSERVAÇÂO
Para baixar este programa é requisitado efetuar um cadastro no site do desenvolvedor. Você será automaticamente redirecionado para esta página após clicar em "Clique para Baixar", página essa que está em inglês, porém basta efetuar o preenchimento de todos os campos que você poderá baixar o programa.



CONSTRUÇÃO DO PLANO DE AULA


GESTÃO EM SALA DE AULA


quinta-feira, 6 de junho de 2013

HISTÓRIA DA ORIGEM DO ZERO

Embora a grande invenção prática do zero seja atribuída aos hindus, desenvolvimentos parciais ou limitados do conceito de zero são evidentes em vários outros sistemas de numeração pelo menos tão antigos quanto o sistema hindu, se não mais. Porém o efeito real de qualquer um desses passos mais antigos sobre o desenvolvimento pleno do conceito de zero - se é que de fato tiveram algum efeito - não está claro. O sistema sexagesimal babilônico usado nos textos matemáticos e astronômicos era essencialmente um sistema posicional, ainda que o conceito de zero não estivesse plenamente desenvolvido. Muitas das tábuas babilônicas indicam apenas um espaço entre grupos de símbolos quando uma potência particular de 60 não era necessária, de maneira que as potências exatas de 60 envolvidas devem ser determinadas, em parte, pelo contexto. Nas tábuas babilônicas mais tardias (aquelas dos últimos três séculos a.C.) usava-se um símbolo para indicar uma potência ausente, mas isto só ocorria no interior de um grupo numérico e não no final. Quando os gregos prosseguiram o desenvolvimento de tabelas astronômicas, escolheram explicitamente o sistema sexagesimal babilônico para expressar suas frações, e não o sistema egípcio de frações unitárias. A subdivisão repetida de uma parte em 60 partes menores precisava que às vezes “nem uma parte” de uma unidade fosse envolvida, de modo que as tabelas de Ptolomeu no Almagesto (c.150 d.C.) incluem o símbolo ou 0 para indicar isto. Bem mais tarde, aproximadamente no ano 500, textos gregos usavam o ômicron, que é a primeira letra palavra grega oudem (“nada”). Anteriormente, o ômicron, restringia a representar o número 70, seu valor no arranjo alfabético regular. Talvez o uso sistemático mais antigo de um símbolo para zero num sistema de valor relativo se encontre na matemática dos maias das Américas Central e do Sul. O símbolo maia do zero era usado para indicar a ausência de quaisquer unidades das várias ordens do sistema de base vinte modificado. Esse sistema era muito mais usado, provavelmente, para registrar o tempo em calendários do que para propósitos computacionais.É possível que o mais antigo símbolo hindu para zero tenha sido o ponto negrito, que aparece no manuscrito Bakhshali, cujo conteúdo talvez remonte do século III ou IV d.C., embora alguns historiadores o localize até no século XII. Qualquer associação do pequeno círculo dos hindus, mais comuns, com o símbolo usado pelos gregos seria apenas uma conjectura. Como a mais antiga forma do símbolo hindu era comumente usado em inscrições e manuscritos para assinalar um espaço em branco, era chamado sunya, significando “lacuna” ou “vazio”. Essa palavra entrou para o árabe como sifr, que significa “vago”. Ela foi transliterada para o latim como zephirum ou zephyrum por volta do ano 1200, mantendo-se seu som mas não seu sentido. Mudanças sucessivas dessas formas, passando inclusive por zeuero, zepiro e cifre, levaram as nossas palavras “cifra” e “zero”. O significado duplo da palavra “cifra” hoje - tanto pode se referir ao símbolo do zero como a qualquer dígito - não ocorria no original hindu. 



 Fonte. Tópicos de História da Matemática para uso em sala de aula; números e numerais, de Bernard GUNDLACH.